Sexta-feira, 13 de Março de 2009

Ser forte

Este ser forte a que me refiro, pouco ou nada tem a ver com a chamada força física, força moral ou com qualquer outro tipo de força, mas é que, a respeito do dois posts aqui abaixo publicados (este e este), que não passaram os dois de uma brincadeira, e que a sustentá-los só têm o facto de eu estar na realidade mais gorda, veio-me à ideia um tempo em que não haviam pessoas gordas! Haviam isso sim, pessoas fortes!...

Esse foi um tempo, não muito longínquo, em que ninguém chamava gordo ou gorda a ninguém... Um tempo em que ninguém dizia de si próprio ser, ou achar-se, gordo ou gorda! Eu cresci nesse tempo... O tempo em que nós, os gordos de hoje, éramos todos, só e muito simplesmente, pessoas fortes!! Lembro-me bastante bem que nessa altura, a altura em que eu me criei, a palavra gordo ou gorda, era uma palavra com um sentido pejorativo... Não era de bom tom, não era um sinal de boa educação, dizer-se que fulano(a), era gordo(a), e se por acaso em alguma situação o fazíamos, era porque a nossa intenção era mesmo a de mostrar por alguém, o nosso pouco apreço .

Eu hoje dei comigo a pensar nisto e cheguei a conclusão de que tenho saudades desse tempo... Desse tempo em que pude crescer ouvindo toda a gente à minha volta dizer que eu era "uma crianca forte"... Os meus pais diziam com orgulho que já em bebé eu era forte. Que tinha nascido com quase 5 kilos, sendo portanto, e já à nascença, uma menina muuuuuito forte!!!... Se alguém por acaso, outra criança na escola ou na rua, se atrevesse a chamar-me gorda, e eu chegasse a casa cabisbaixa e contasse à minha mãe o sucedido, ela logo  muito pronta e categoricamente me respondia: Agora cá!! Tu não és nada gorda!!! És é forte!!... E eu acreditava, porque as mães nunca mentem!... E assim seguia feliz a minha vida, em paz com aquela condição de ser uma criança forte!

E a verdade é que o saber-me forte, ou por assim dizer com peso a mais, nunca me incomodou na minha infância!! Pelo contrário, eu achava que o ser assim, até me dava um certo poder...  Fazia-me sentir uma figura imponente no meio das outras crianças!! O facto é que eu era forte, e não me envergonhava de o ser!... E, se reparamos bem, a minha atitude até faz todo o sentido! Senão vejamos... A palavra forte, não acarreta consigo nenhuma carga negativa, e só por si não traz outro peso  que não seja o que ela afinal tem na realidade... O peso de se ser forte!... E ser-se forte é uma coisa boa!...

Mas o que eu não sei bem precisar é o momento da minha vida em que eu me  apercebi que tinha deixado de ser forte, e em que passei a ser gorda!... É verdade! Um dia eu acho que acordei, e percebi que as coisas tinham mudado. O que até ali tinha sido uma coisa normal, passou para mim a ser um incómodo, um fardo, e posteriormente, um motivo de muitas lutas interiores, de sentimentos de rejeição e de culpa, que muitas vezes me deixaram deprimida e esgotada!!... Eu já não me sentia, já ninguém me fazia sentir, eu já não era forte... Eu era GORDA!... A certo ponto esta palavra banalizou-se de tal forma, e quase como que de um momento para o outro nas cabeças das pessoas começaram a surgir os estereótipos.. O mundo então dividiu-se em duas equipas!!... A equipa dos magros, ou por assim dizer, a dos que encaixam numa sociedade que se quer bela e perfeita... E a dos gordos, ou por assim dizer, a dos que são quase sempre como que deixados à margem.

E a coisa nestes últimos anos atingiu tais proporções que agora basta termos 5 kilos a mais para já nos chamarem gordos(as)... E mais grave ainda!, para que nós digamos de nós próprios, que somos, que estamos gordos(as) mostrando com isso que estamos a perder a nossa auto-estima!... E sem nos apercebermos desta forma vamos deitando abaixo, e a pouco e pouco, a auto-estima colectiva de um grupo de pessoas que teve a infelicidade de nascer num tempo em que a forma como nos apresentamos, e o quanto pesamos, parece que é o que mais conta para que sejamos avaliados, desejados, e/ou reconhecidos!

Não quer dizer com isto que eu concorde que as pessoas sejam obesas e que se deixem engordar por não terem os cuidados necessários para manterem um estilo de vida e uma alimentação que se querem, e devem ser, saudáveis! Eu sou a favor do combate à obesidade, que já está provado ser um dos maiores flagelos do tempo em que vivemos!... Mas também não posso deixar de defender que todos os indivíduos devem ser tidos e tratados como iguais, e de considerar que é injusto que alguém seja avaliado, e/ou preterido, pela simples forma de como o seu corpo físico, aos olhos dos outros, se apresenta.

E embora hoje felizmente eu já tenha deitado para trás das costas a grande parte do mal estar que numa fase da minha vida me causou o facto de ter algum peso a mais, repito, que  pessoalmente, continuo a ter saudades, muitas saudades, daquele tempo em que não haviam pessoas gordas, mas sim, e só, pessoas fortes!!!... Porque esse foi um tempo em que nos respeitámos e aceitámos mais... E porque sem dúvida, nesse tempo, fomos todos muito, mas muito mais felizes.

Jo

 

A todas as pessoas que como eu, são pessoas fo'tes.

Hoje sinto-me: Forte
Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Uma por todas e todas por uma!

Hoje é Dia das Amigas ou Quinta-feira de Amigas, como lhe preferirem chamar, pois eu cá por mim chamo-lhe muito simplesmente O DIA MAIS BONITO DO ANO!

Para quem não sabe, o Dia das Amigas é uma tradição Açoriana, celebrada com grande e particular entusiasmo na minha ilha Terceira. Este dia tem lugar, sempre todos os anos, na 3ª Quinta-feira imediatamente antes da semana do Carnaval.

Hoje a festa impera na minha terra natal!!... E é festa da grossa, festa de arromba!!!... Homem que por sorte hoje aterre na ilha Terceira, pensará que decerto morreu e foi para o céu, pois todos os cafés, bares, restaurantes, ruas, todos os cantos, estarão predominantemente povoados de mulheres, que em grupos, alegre e ruidosamente, festejam. Este é um dia alegre, caloroso, fervilhante dos timbres das vozes e das gargalhadas femininas, que como que num cântico se juntam e ecoam por toda a ilha, celebrando o mais nobre dos sentimentos: A AMiZADE! 

Quando eu vivia na ilha Terceira, este dia era por mim, e pelas minha amigas, vivido com grande intensidade. Semanas antes começavamos já, eu especialmente, num desassossego a imaginar, e a engendrar, que prendinhas dar às amigas, pois imperava a tradição estabelecida por nós, que teria de ser algo original e vindo da criatividade de cada uma. Nada de especial, só pequenos mimos personalizados, que serviam para dizer: Sou tua amiga! Obrigada por seres minha amiga também!...

E almoçavamos juntas, tomavamos juntas o café, lanchavamos... Tudo era pretexto para estarmos juntas, e festejar!... Á noite embonecavamo-nos todas, calçavamos os saltos altos, porque a ocasião assim o pedia, e íamos jantar... Íamos para as nights...  Depois, pela noite dentro, riamo-nos muito, faziamos muitos brindes, dançavamos, cantavamos, diziamos brejeirices aos poucos, e corajosos, homens que se atreviam a sair a rua nessa noite... E divertiamo-nos sempre à grande!!!...

Apesar de no outro dia ser dia de trabalho, que se lixe!, quantas vezes viemos para casa já o sol raiava no horizonte!!... Às vezes, é verdade, meias tombadas, desgrenhadas, cansadas, roucas, nauseadas, com os pés doridos... Lá nos íamos apoiando e amparando conforme podíamos, nos ombros seguros, confortáveis, amigos, umas das outras... Em mais um final de uma noite do Dia de Amigas,  assim, como na vida...

UMA POR TODAS, E TODAS POR UMA!!...

Jo

 

 

(imagem retirada da net)

 

Às minhas Amigas... A todas elas!!! Minhas companheiras de vida...

Embora longe, no meu coração eu continuo a viver este dia com a mesma alegria e mesma intensidade de outrora... E neste dia continuo a estar sempre, mas sempre, perto de todas, e cada uma de vós, a celebrar com o entusiasmo habitual, a amizade que nos une!

 

FELIZ DIA DAS AMIGAS!

 

Hoje sinto-me: Amiga
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Irmã

 irmã
 

do Lat.  germanu

s. f.,

nome por que se exprime o parentesco de uma pessoa do sexo feminino em relação a outras de qualquer sexo, filhos do mesmo pai e da mesma mãe.
 

 

No dicionário da língua portuguesa, esta é a definição da palavra irmã.

No dicionário do meu coração, é bem mais profundo o seu significado.

No meu dicionário, irmã, é uma parte de mim... É algo que está implícito no meu eu.

Irmã, são os risos, os afectos e os afagos... Os abraços trocados em cada despedida, em cada reencontro.

Irmã, são as cumplicidades... As palavras de conforto e encorajamento.

Irmã, são as brincadeiras partilhadas, as memórias vividas a uma só voz, as fotos de infância que guardamos nos baús de uma história que é a nossa, e que é vivida, e contada, em uníssono .

Irmã, são os serões passados a jogar à Marralhinha e ao Jogo das Compras,  são as travessuras secretas quando os pais se ausentavam para irem ao cinema, os almoços ajantarados dos Domingos, e é o calor de um Natal vivido em família.

Irmã, é ir contigo, de mãos dadas para o colégio, e sentir que se eu ficasse ao teu lado nada de mal me aconteceria. É sentir-me a salvo, é sentir-me segura.

Irmã, foi ver-te partir e saber que no entanto  nunca estarias distante.

Irmã, foi contigo partilhar o dom da vida quando tiveste o teu filho.

Irmã, é a amarra que me prende ao cais quando a maré enche e os ventos da vida teimam em me deixar sem Norte.

Irmã, é o farol que me aponta o rumo quando me perco nos caminhos que decido trilhar.

Irmã, é o porto de abrigo, que me acolhe de braços sempre abertos, quando como gaivota ferida, regresso a casa depois de uma tempestade.

Irmã, é partilhar as páginas de um livro que com o passar dos anos, e da vida, vamos escrevendo juntas e a duas mãos.

No meu dicionário... Irmã, és tu!
A tua Jo

 

À Girassol

29 de Janeiro de 2009

 

Hoje sinto-me: Tua irmã
Palavra de Joanina às 04:12

link do post | bote palavra | ver palavra botada (7) | favorito
Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

A Peripéciazinha

Bom, agora que já descansei, e matei as saudades (quase) todas, já me sinto em condições de vos contar A Peripéciazinha ... Pois então, é claro! A Peripéciazinha!!!... Que esta minha viagem de regresso não ficaria completa se pelo meio não tivesse havido um casozito digno de referência.

Sendo assim, vou então directa ao assunto, mas digo desde já que desta vez o responsável pelo acontecido, não fui eu, mas sim o Husband, que não teve mais nada que fazer do que, e logo à minha chegada, se esquecer por completo do lugar onde tinha "aparkado" o carro!!! E isto, vejam só, em pleno aeroporto de Los Angeles!!!... Bela maneira de me dar as boas vindas, não acham?... É que para quem não sabe, ou não conhece o dito aeroporto, isto pode não parecer um big deal, mas só para ficarem a par da gravidade de tal facto e fazerem uma pequena idéia, eu vou vos dizer, que perder um carro no (IMENSO!) parque de estacionamento do LAX, como é conhecido o referido lugar, é, literalmente, o mesmo que perder uma agulha num palheiro...  E é também uma coisa que eu não desejo que aconteça nem ao meu pior inimigo!!...

Eu não sei se já se aperceberam , mas este Husband of mine, é por assim dizer uma pessoa uma pouquinho distraída... Vamos pôr desta maneira: é uma pessoa pouco ligada a certos pormenores... Pormenores por exemplo como o de se lembrar onde estacionou o carro, e outras coisas afins!!!... Importa dizer também, que eu até lido bem com essa parte da personalidade do meu Mais Que Tudo, e que para grande sorte dele, na maior parte das vezes, até acho graça às trapalhadas em que ele me (nos) mete, por causa dessa sua particularidade de temperamento (?)... Mas sinceramente, chegar de uma viagem de longo curso, carregadinha de malas e de jet lag, e andar as voltinhas num parque de estacionamento que vai daqui até mais infinito, à procura de um carro que não fazíamos a mínima idéia onde estava, não era coisa que me estivesse a apetecer muito na altura. Enfim... Porém, e dadas as circunstâncias, lá teve de ser...

Para vos falar com franqueza, eu nem posso dizer que tenha ficado aborrecida com o sucedido... Ou nem tão pouco surpreendida... Acho que fiquei simplesmente, dormente. E como tal não me deu, nem para rir, nem para chorar... Nem para barafustar!!!... Limitei-me apenas a andar atrás do Husband, Lax abaixooooooooooooooooooooooooooooooo... LAX acimaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... LAX abaixooooooooooooo... LAX acimaaaaaaaaaaaaa... ( mais ou menos como o ioiô da minha prima)... E lá me fui arrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrastando eu atrás dele... Até ver.  

Depois de deambularmos um bocado, o Husband, do alto do seu orgulho (já meio ferido) e não querendo admitir que tinha cometido tal "gáfia" (palavra derivada de gafe), vaticinou então que se calhar o carro tinha era sido roubado... !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!... E eu, arranjei forças para contrapôr e dizer que, ó home'!, é verdade que isto é L. A., e em L. A. tudo pode acontecer, mas agora no meio deste monte de carros (de corridas) iam logo era roubar o nosso carrito que até já está velho e meio podrinho?!... E ele retroquiu logo, um pouco ofendido até,  que não!, que o nosso carro era um ok carro, e que podia perfeitamente ter sido roubado, que não via porque é que ele não podia ter sido roubado!!!... E eu, já a ver tudo turvo à minha volta, sugeri então, muito calmamenteeeeeeeee, porque é que nós não pedíamos ajuda?... Ou telefonavamos para o security guard... Para a polícia... Para o nine one one (o cento e doze cá do sitio)... Home', para qualquer lado!!! Mas por favor, encontra-me mas é o rai' do carRRO  QUE EU ESTOU QUASE A SUCUMBIR DE CANSAÇO E DE CALOR!!!!! (sim!, porque uma desgraça nunca vem só, e em Los Angeles estava um calorão de matar!)...  E ele, mesmo à gajo, porque os gajos nunca se perdem, nunca se esquecem onde estacionam os carros e muito menos pedem ajuda a quem quer que seja na rua!!!!!!, disse, por sua vez, muuuuuuito calmamenteeeeeeeeeee, que não dear (que sou eu), que não precisávamos de pedir ajuda... Que ele tinha tudo sob controle.

Aí então foi quando eu percebi que a coisa estava a ficar feia, e que imperava que a minha pessoínha tomasse, urgentemente, uma atitude drástica!!... E não estive com mais conversas... Empaquei como os burros, e decidi que não! Não andava mais!!!... Que, ou ele se lembrava onde estava o carro, ou então pedia ajuda... Ou então ía-me pôr num hotel daqueles ali mesmo no LAX e andava ele, o resto do dia à procura do carrro, mas sozinho!!... De outro modo, nada feito!!!...

Olhem, remédio santo, meu povo! Ele lá se rendeu às evidências, deixou-se de fantasias de carros roubados, e, louvai aos céus!, pediu ajuda a um segurança!!!... E aí, com a ajuda daquela alminha caridosa, e penso que também com uma intervençãozinha divina Daquele que está lá em cima e que ouviu as minhas preces, lá conseguimos nós, ainda que a algum custo, encontrar o nosso carrito... O tal!!... Aquele tinha sido "roubado"!

E esta foi a peripéciazinha que "coroou" o final da minha viagem!...

O resto da caminho até casa correu sem mais incidentes... Felizmente!!

Jo

 

Hoje sinto-me: Perdida... E achada
Domingo, 9 de Novembro de 2008

Anjo da Felicidade

 

 

Cherry Blossom Angel - Jennifer Andrade

(imagem retirada da net)

 

Se tu fosses uma flor

Chamavas-te Margarida
Pequena, de alegre cor
E tansbordante de vida
 
Se tu fosses iguaria
Por mãos sábias temperada
Que o palato inebria
Serias Bacalhoada
 
Se tu fosses uma estrela
No firmamento distante
Tu serias a mais bela
Cor de prata, cintilante
 
Se tu fosses uma essência
Trazias na tua aragem
Uma pitada de inocência
Misturada com coragem
 
E se tu fosses fragância
No teu perfume terias
A nobreza e elegância
Das mais finas especiarias
 
Se fosses tonalidade
Serias uma cor quente
A cor da tenacidade
Serias cor fogo-ardente
 
Se tu fosses uma deusa
De alva ou dourada tez
Tu serias com certeza
A Deusa da Sensatez
 
Se tu fosses melodia
Serias suave canção
Com acordes de alegria
Que nos fala ao coração
 
Se tu fosses uma prece
Serias fé e fervor
Que a nossa alma aquece
Com esperança e amor
 
E se fosses sentimento
Meu Anjo da Felicidade
Deus dá-me o consentimento
E eu digo que ÉS a Amizade!
 
À minha Miga Edu... Meu Anjo da Felicidade!
 
Paula Belnavis (Joanina)
9 de Novembro de 2008
 
Hoje sinto-me: Por um anjo, protegida

Joanina (sem agá), sou eu!

Carimbo de vôo:

O Blog da Joanina
Selo

(Usa Ctrl+C p/copiar
e Ctrl+V p/colar
o selo no seu blog)

Horas de vôo:

Dezembro 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Vôos recentes:

Fazer de conta

Human Nature

P'RA CIMA!

Plim!

Confiança cega

Ser forte

Uma por todas e todas por...

Irmã

A Peripéciazinha

Anjo da Felicidade

Vôos passados:

Dezembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Catálogo de vôos

todas as tags

Pesquisa:

 

Altos vôos:

SER FELIZ... APESAR DE TU...

O CULTIVO DAS ROSAS

Eternamente

Carta à minha tia Bió

Carta para a minha Mina K...

O POETA E O GATO

És isto.. E muito mais!

À «Joanina» dos Açores

Oh minhas meninas, Helloo...

Para onde vôo:

Madrinha de vôo:

Azoriana Blog
Azoriana Blog

Carta de vôos:

Vôos contados:

inteliture.com
search engine optimization
Creative Commons License
O Blog da Joanina está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
blogs SAPO