Campo de Flores - Lompoc (foto da Jo)
Como toda a cidade que se preza por estas bandas, a cidade onde vivo também tem o seu festival de Verão, neste caso o Flower Fest e que este ano decorreu de 24 a 28 de Junho. Em tempos idos, Lompoc ficou conhecida por ter uma importante e próspera produção de flores, e é desse facto que deriva o nome das suas festividades mais importantes. Embora já não como dantes, ainda existem na periferia da cidade alguns campos de flores, hoje muito menos do que outrora é certo, mas isso em nada parece influenciar o festival, que por sua vez "floresce" mais e mais a cada ano que passa... E este ano não foi excepção.
Anualmente, e por tradição, do programa do Festival da Flor (Flower Festival) consta uma parada (cortejo) onde desfilam durante cerca de 2 horas, carros alegóricos ornamentados com flores (como não podia de ser), bandas e associações locais, figuras públicas da política e da sociedade local, e uma rainha e suas damas. Integradas no festival estão também uma exposição de flores e uma artesanato. No entanto, o parque da cidade é que é verdadeiro epicentro da festa pois é lá que decorre a uma feira que durante 5 dias (o tempo que dura o festival) é visitada por milhares de pessoas que vêm atraídas pelas mais diversas actividades de entertenimento que o festival proporciona: barracas de comes e bebes, carróceis (com póneis a sério) e afins, concertos de bandas de música dos mais diversos géneros e actuações de grupos de dança. Todos são bem vindos, e convidados a trazerem cadeiras e tendas, passando o dia e parte da noite no parque, num agradável e descontraído convívio.
E neste Sábado que passou, foi o que eu e o Husband fizemos. Aceitamos o convite de Lompoc, e do seu (nosso) Flower Fest, armamos as nossas cadeiras num dos poucos lugares vagos que ainda haviam no parque aquela altura, e passamos parte da tarde, comendo, conversando, rindo, convivendo e usufruindo de tão agradável momento e oportunidade que a nossa pacata cidade, perdida no meio da imensa Califórnia, teima em nos oferecer todos os anos, numa colorida paleta de flores.
Para o ano decerto haverá mais... E nós estaremos lá de novo, com toda a certeza.
Jo![]()
Flower Festival - Lompoc (foto da Jo)
Tinha os seus demónios é certo, era uma figura controversa de facto, e os lados mais obscuros da sua excêntrica personalidade ficarão para sempre por definir. Monstro, louco ou génio, criança grande?... Nunca o chegaremos a saber, e é certo que cada um será livre de tirar as suas próprias conclusões.... Mas o que é certo também é que possuía um talento inigualável, e que, quer se goste ou não do estilo, quebrou barreiras e mudou para sempre o curso da música pop na era em que vivemos. Era o ídolo de uma geração, e também era pai, era filho, era irmão, e era sobretudo como ele tanto fazia questão de o lembrar em (quase) todas as entrevistas que deu, humano. Vamos celebrar o legado que ele nos deixou, sem deixar que o que foi menos bom, se sobreponha ao que foi muito bom. Agora, de uma vez por todas, será melhor se pusermos de lado os rótulos de "jacko", "freak", "weirdo", "palhaço"... A hora para tal fazermos (se é que alguma vez é aceitável rotularmos alguém!), passou. Há dois momentos da nossa vida em que acredito somos todos iguais, e esses momentos são quando nascemos e quando morremos... E aí, mais do que nunca, merecemos ser tratados com igual dignidade. Ontem morreu um homem, e isso nunca em circunstância alguma, pode ser tratado com leveza, ou ser motivo de piadas de mau gosto e chacotas.
O respeito é (sempre) bom... E penso que ele teria gostado.
Jo![]()
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